domingo, 21 de fevereiro de 2010

MEU DIZER

Vento da manhã,
em seu frio inicial,
há cantos de pássaros,
movimentos de pessoas,
vida despertada!

Nas densidades dos rostos,
quando as estrelas morrem,
outros brilhos se acendem,
mulheres limpam mesas,
flores são jogadas no chão.

Na pretendida cidade,
há mundos conservados,
muitos mitos comemorados
e invenções das almas de plástico.

Um comentário:

Nydia Bonetti disse...

almas de plástico...
quando deveríamos ser só
alma de vento...